Entre as muitas maneiras que podemos
usar nossas palavras para ferir os outros, três delas são: calúnias, fofocas, e
bajulação.
A palavra usada para
"caluniar" em hebraico significa "bancar o espião."
Refere-se a alguém que recolhe pistas e pedaços de informações sobre o caráter
de uma pessoa e em seguida relaciona as informações para quem quiser ouvir.
A fofoca é mais sutil, porque pode se
disfarçar em linguagem "aceitável". As pessoas vão dizer: "Você
já ouviu falar...?" ou "Eu pessoalmente não acredito que é verdade,
mas ouvi que..." ou um dos meus favoritos: "Eu não costumo comentar
isso, mas sei que não vai demorar até que todo mundo fique sabendo, só não
conte pra ninguém." Claro, nós cristãos gostamos de envolver a fofoca em
linguagem espiritual: "Eu preciso te contar uma coisa sobre Fulano de Tal
para que você possa orar por ele..." Mas quantas vezes nós realmente
oramos por esses motivos?
O uso indevido mais sutil
da língua está na bajulação. Bajulação é apenas uma mentira extravagante. É
quando você diz algo que não é verdade para ganhar um favor, a atenção, ou a
aprovação de uma pessoa. Você não quer dizer de fato o que disse sobre
ela.
Uma boa definição de fofoca e
bajulação é esta: Fofoca é dizer pelas costas o que você nunca diria pela
frente. Bajulação é dizer pela frente aquilo que você nunca diria pelas costas.
É por isso que Tiago nos diz:
"Todos tropeçamos de muitas maneiras. Se alguém não tropeça no falar, tal
homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo." (Tiago 3:2).
Essa é uma marca da verdadeira espiritualidade.
Fonte: devocionaisdiarios.com