"Se o mundo os odeia, tenham em mente que antes odiou a mim. Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. Todavia, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi, tirando-os do mundo; por isso o mundo os odeia." (João 15:18-19)
A história da igreja nos conta o
episódio de um homem idoso chamado Policarpo que foi preso e levado à presença
de um procônsul romano no Anfiteatro. Disseram-lhe que tivesse consideração por
sua própria velhice e jurasse pelo gênio de César, dando-lhe a entender que
bastava dizer que César era o Senhor e ele podia ir para a casa jantar.
Mas Policarpo respondeu dizendo:
"Há oitenta e seis anos venho sendo servo d'Ele, e Ele não me fez nenhum
mal, e como posso blasfemar de meu Rei que me salvou?" Policarpo foi então
levado à fogueira para ser queimado vivo. Policarpo morreu naquele dia como
mártir, como herói da fé.
Milhares, talvez milhões, de cristãos
foram executados pelo Império Romano — alguns como divertimento lá no Coliseu.
César Nero foi um dos piores perseguidores e responsável pela morte de muitos
cristãos. No fim, todavia, Roma caiu e a igreja emergiu vitoriosa.
Já foi dito que o sangue dos mártires
é a semente da igreja. Estêvão foi o primeiro de muitos cristãos heroicos que
vieram depois dele, que não negaram o Senhor Jesus Cristo. Mesmo quando ficou
de joelhos, Estêvão foi grande. Viveu como Cristo. Falou como Cristo. E havia
de morrer como Cristo. Jesus disse: "Se o mundo os odeia, tenham em mente
que antes odiou a mim" (João 15:18).
Alguns de nós fogem ao menor sinal de
escárnio. Estêvão e Policarpo morreram por sua fé, assim como muitos outros.
Você consegue viver pela sua? Consegue falar em favor de Jesus? Consegue
arriscar-se a passar vergonha diante das pessoas que não concordam com o seu
ponto de vista?
Fonte: devocionaisdiarios.com