I – Instruções sobre a oração no Sermão do Monte – Mateus 6:6-8
Jesus, ao ver as multidões que o aguardavam e o
seguiam, subiu ao monte e lhes ensinou coisas novas e colocou no enfoque
correto coisas já conhecidas. Entre elas, a oração.
Vejam este enfoque nesta síntese de meditações
elaboradas pelo pastor Paulo Barbosa, [3]:
a) “Tu, quando orardes…” (Mateus 6:6)
1. Não foi SE orardes. Foi como se Jesus falasse
“quando comerdes…”. Nisto afirmou que a oração é o verdadeiro alimento da alma,
indispensável espiritualmente.
2. Crente que não ora é o mesmo que ser vivo que
não respira à não existe!
b) “…entra no teu quarto…” (Mateus 6:6)
1. Quarto da alma: lugar de oração – lugar de total
concentração, sem ruídos de comunicação ou desconcentração. Intensidade de
relação, totalidade da alma;
Cita o pastor Meyer que João Wesley contava que sua
mãe tinha tantos filhos que cobria o rosto com o grande avental para poder
orar. Este era o seu quarto…
2. O Filho do pastor notou que o seu pai saía
diferente de quando entrava na sala de oração. Para o menino, aquilo era a sala
da transfiguração.
Como saímos da sala de oração? Iguais? Os outros
tomam conhecimento de que estivemos com Jesus, na presença de Deus?
Oração eficiente e eficaz – aquela que muda nosso
estado de espírito – entramos de um jeito e saímos de outro
c) “…não useis de vãs repetições…” (Mateus 6:7)
1. Adversários de Elias – de manhã até meio-dia
orando a Baal (I Reis 18:26)
2. Os efésios, supondo que Paulo e seus amigos
blasfemassem contra sua deusa Diana, gritaram por quase duas horas: “Grande é a
Diana dos Efésios” – Atos 19:34
3. Hoje em dia, ainda, alguns religiosos se
utilizam de repetições, como meditar sobre a sílaba OM até durante dias
seguidos ou repetir frases (“Allah el Allah!”/”Deus é Deus!”) até 3.000 vezes
em falecimentos.
4. Será que nossas orações repetidas, não estão
refletindo o nosso aprendizado, o nosso relacionamento de há meses atrás? Será
que não há nada novo em nosso relacionamento com Deus?
5. Isto não quer dizer que não podemos repetir as
nossas orações, mas sim que estas devem refletir nosso sentimento, o que vai em
nosso coração.
Podemos repetir a oração do Pai Nosso, mas devemos
compreendê-la, meditar nela.
II – O Pai Nosso
Jesus respondeu ao pedido dos discípulos com a
mesma oração que havia dito à multidão, alguns meses antes. O Mestre apenas
reiterou as profundas diretivas que havia dado anteriormente.
Ao invés de fazer uma exposição teórica de oração,
Ele deu um modelo, para que os discípulos, pudessem aprender a orar, orando –
na verdade, a única forma de aprender. Foi para nós também que Ele deixou estes
ensinamentos.
“Palavras tão simples que mesmo as crianças
entendem, mas tão profundas que os sábios se maravilham delas – e que os materialistas
não conseguem compreender.” Frederick Meyer.
a) “Pai” (Mateus 6:9)
Uma simples palavra encerra uma quantidade enorme
de conhecimento.
1. Primeiro, o significado mais óbvio: a palavra
pai encerra uma relação de carinho e proximidade, sentir-se bem na presença.
2. Segundo, a palavra dita aqui por Jesus estava em
aramaico (e não em grego) – ‘Abba’ (papai). Esta era uma das duas palavras que
os bebês aprendiam, junto com ‘imma’ (mamãe). Durante o período
intertestamentário esta palavra passou a ser usada pelos adultos, numa forma
carinhosa aos seus pais, no sentido de ‘pai querido’. Era esta a maneira que
Jesus sempre se referia, ‘pai querido’. A única exceção, foi na cruz (Eli, Eli,
lemá sabactani/ Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste? Mat. 27 :46; Mar.
15:34), numa citação do salmo.
Este tratamento de Jesus ao Pai demonstra uma
relação de confiança, dependência e reconhecimento de autoridade. Reconhecendo
a si mesmo como filho, submisso e guiado. Ensina assim como deve ser nossa
relacionamento com Deus. “Firme como o aperto de mão de pai”, dizia uma antiga
propaganda.
b) “Pai Nosso” (Mateus 6:9)
1. Mas Jesus não o chamou apenas de PAI, o chamou
de PAI NOSSO.
Com isso, Ele se identifica como nosso irmão. Heb.
2:11 – “Não se envergonha de nos chamar de Seus irmãos”
2. E se identificando conosco, reafirma que o Pai
nos ama tanto quanto ama a Jesus Cristo. João 17:23: “eu neles, e tu em mim,
para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu
me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.”
3. Fazendo esta oração, reconhecemos a todos como
irmãos. Por isso, a oração, se egoísta, se não incluir aos outros é
contraditória, é falsa.
c) “Que está nos Céus” (Mateus 6:9)
1. Jesus está reconhecendo Sua majestade e também
reafirmando a pessoalidade de Deus – Ele não é parte de mim – não está em mim.
É uma Pessoa, é Alguém distinto.
d) “Santificado seja o Teu nome” (Mateus 6:9)
1.Depois de chamar a Deus de Pai, Jesus destaca a
reverência com que o nome de Deus deve ser tratado. Devemos Ter cuidado nas
palavras e atitudes quando nos referimos a Ele. Alguns, hoje, tem a tendência
de tratar a Deus com intimidade, como se fosse uma pessoa igual… Algumas
pessoas se dirigem a Deus usando o pronome Você, que indica uma identificação e
um nivelamento que não existem.
Quando uma pessoa tem um sentido real da majestade
de Deus, sente-se como Isaías ao ter uma visão do trono. Leia Isaías 6:1-6.
O nome, e isto era ainda mais marcante nos tempos
bíblicos, é uma referência direta à pessoa e reflete o caráter, a personalidade
da pessoa. Quando fazemos uso leviano, corriqueiro do seu nome ou em piadas,
estamos negando Sua majestade, Sua transcendência e falta de reverência com as
coisas espirituais. (Os judeus eram mesmo proibidos de jurar pelo Céu…)
2. Nosso Salvador também nos adverte aqui que não
basta ter o maior cuidado externo com as coisas sagradas e viver como se Ele
não existisse. Como os fariseus faziam. “Sepulcros caiados” foi o adjetivo
adequado. Não adianta beleza externa com podridão interna.
3. Além disso, Jesus nos incita a que Seu Nome seja
santificado pela nossa vida. A partir do ponto que somos Seus filhos, somos
também Seus herdeiros e Seus representantes: Rom. 8:17: “…co-herdeiros com
Cristo”. Assim, devemos viver uma vida compatível com nossa ascendência. Nossos
maus atos podem ser vergonha para nosso Pai, assim como um pai se envergonha de
tirar seu filho da cadeia.
Quando nos identificamos como crentes, filhos de
Deus, passamos a ser referência ao mundo que ainda está em processo de decisão.
Quando representamos mal nosso Pai, trazemos confusão a quem nos observa. Às
vezes, de forma trágica e irreversível, num momento delicado.
e) “Venha o Teu reino…” (Mateus 6:10)
1. Uma das canções que eu mais gosto tem o nome:
“Meu mundo não é aqui”. Ou seja, “não me identifico com este mundo”. Reflete
bem nossas insatisfações com as injustiças, relações defeituosas e crueldade
que a gente vê todo o dia.
2. Daniel descreveu bem o que nos espera e o que
herdaremos. Daniel 7:27: “O reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo
de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um
reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão.”
3. Esperamos ansiosamente o estabelecimento nesta
Terra do Reino da Glória, mas não podemos nos esquecer que para pertencermos a
este reino, devemos antes pertencer ao Reino da Graça.
Este é requisito indispensável ao primeiro. Este se
estabelece em nós ao buscarmos, pela nossa escolha, as coisas do Espírito, ao
nos rendermos diariamente a Ele. Rom. 8:5: “Pois os que são segundo a carne
inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as
coisas do Espírito.”
4. Outra conseqüência importantíssima de desejarmos
o estabelecimento do Reino de Deus é o cumprimento de Mateus 24:14: “E este
evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as
nações, e então virá o fim.”. O Reino não virá sem a pregação do evangelho a
todos. Portanto, desejar coerentemente o Reino é pregar o evangelho.
Mas a ordem é importante – é necessário primeiro
desejar o Reino para depois produzir o fruto do testemunho.
A única referência de uma profunda alegria de
Jesus, que está em Lucas 10:21(“Naquela mesma hora exultou Jesus no Espírito
Santo…”), se refere ao início da pregação do evangelho, quando os setenta
retornaram com seus relatos de sucesso. No primeiro trabalho estabelecido de
igreja.
Nossa oração somente será coerente, se tivermos em
nós o sentimento expresso em Isaías 6:8: “Eis-me aqui, envia-me a mim.”
f) “Seja feita a Tua vontade, assim na Terra, como
no Céu” (Mateus 6:10)
1.Esta frase expressa de forma explícita a
submissão do verdadeiro filho de Deus.
2. E como desejar e trabalhar pelo cumprimento
deste desejo? A vontade de Deus, seja na Terra, como no Céu, está expressa em
Sua Lei, e foi muito bem sintetizada no amor – a Deus e ao próximo.
Tanto na Terra como no Céu, é o amor para com Deus
que torna a obediência uma alegria, uma profunda alegria.
3. Esta é uma oração para que o mal logo termine
sobre a Terra. Um desejo que a Volta de Jesus ocorra o mais brevemente
possível.
g) “O pão nosso de cada dia nos dá hoje” (Mateus
6:11)
1. Depois que desejamos de coração santificar o
Nome de Deus, o Seu Reino e satisfazer Sua vontade, podemos pedir com confiança
que nossas necessidades serão supridas.
Se nos entregarmos a Deus, renunciando ao eu,
passamos incondicionalmente a ser membros da família de Deus e tudo o que há na
casa do Pai nos pertence.
2. Aprendemos do encontro de Jesus com o jovem rico
que Deus nos pede tudo e nos permite ficar com o que é bom para nós (Mat.
19:16-26)
3. Esta frase também nos ensina que não devemos nos
ocupar em acumular riquezas. Mas que Deus nos dê o necessário para a nossa
felicidade nEle. Prov. 30:8: “Alonga de mim a falsidade e a mentira; não me dês
nem a pobreza nem a riqueza: dá-me só o pão que me é necessário;”
Como a criança, recebemos o que é requerido para a
necessidade diária.
Podemos Ter a certeza de que aquEle que teve
compaixão da multidão porque estavam “fatigados” (Mateus 9:36) não reterá
aquilo que seus filhos necessitarem.
4. Nesse desejo, nessa entrega, nos colocamos em
mesmo nível com os necessitados – reconhecemos que aquilo que Deus nos dá não é
somente para nós.
Devemos repartir sem desejo de reconhecimento – “Se
recebermos todos os agradecimentos aqui, não sobrará nada para recebermos lá…”
(F. B. Meyer, [1])
5. “Pão de cada dia” – se refere tanto ao material
quanto ao espiritual, aquele que nutre para a vida eterna.
E o pão que nutre para a vida eterna é Jesus
Cristo. Jesus é o pão vivo – João 6:51. É contemplando o Seu amor e recebendo
esse amor no coração, que nos nutrimos do Pão que desceu do Céu.
Recebemos Cristo por meio de Sua Palavra –
esclarecida pelo Espírito Santo.
6. Jesus sabia que um dos mais importantes
requisitos para receber é o sentimento de dependência, que esta frase expressa.
h) “E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós
temos perdoado aos nossos devedores” (Mateus 6:12)
1. Uma verdade universal é que somente seremos
perdoados se perdoarmos. O amor de Deus gera amor pelos outros. O perdão gera
perdão.
Este pensamento é tão importante que foi reiterado
pelo Mestre nos versos 14 e 15 de Mateus 6, logo a seguir.
2. Quem não perdoa, obstrui o canal do perdão
divino. Comentário Bíblico de Broadman – “O que bloqueia o fluxo de
misericórdia DE nós, bloqueia o seu fluxo PARA nós.”
3. O pastor Paulo Barbosa fala que devemos retirar
três pedras do caminho para que possamos perdoar:
3.1 A teimosia.
Quantas vezes não permanecemos “de mal” com nosso
irmão por obstinação…
O remédio: humildade. Esta vem de contemplar nossa
verdadeira relação e dependência de Deus;
3.2 Lembrança da Ofensa.
Um ditado conta que: “Não podemos evitar que o
pássaro pouse em nossa cabeça, mas podemos evitar que ele faça um ninho ali…”.
Não é pecado sentirmos raiva – não dominamos nossos
sentimentos; o errado é nutrir o ressentimento, deixarmos que as ações sejam
conduzidas pelos sentimentos, sem controle.
Remédio: ocuparmos de coisas boas, desviarmos nossa
mente para pensamentos bons. A contemplação de coisas espirituais e bons
relacionamentos mudam nosso ponto de vista e nosso mal para bem-estar. Nosso
modelo devem ser Jesus e Estêvão que apesar do sofrimento, tiveram uma visão
mais aberta, mais abrangente dos objetivos da vida;
A oração é contemplação – “Pela contemplação sois
transformados…”.
3.3 Sensibilidade excessiva.
Valorização excessiva dos próprios interesses.
Remédio: ver ofensores como eles realmente são:
pessoas em construção, carentes e infelizes, no seu jeito infeliz de ser.
Certa vez aguardava a minha vez de ser atendido em
um posto de gasolina, quando presenciei um cliente tratar ríspida e
grosseiramente o frentista e como este ficou arrasado com o tratamento. Fiquei
com pena do rapaz e tentei mostrar como aquele cliente desagrável devia ter
sérios problemas de relacionamento a partir daquilo que demonstrara, e como sua
capacidade de ser feliz e fazer a outros felizes devia ser muito limitada. Aos
poucos vi o estado de ânimo do frentista melhorar ao perceber que o problema
não estava com ele e sim com o cliente desagradável.
O que faz a diferença em casos como este é perceber
como o ofensor é uma pessoa incompleta e limitada, nessa melhor forma que ele
achou para ser feliz. Assim, podemos orar e trabalhar por ela.
4. Num sentido mais amplo, este frase (perdoa-nos
os nossos pecados) também expressa um desejo de regeneração do pecado (por
nossa natureza interna que nos leva a pecar). Salmo 51:10: “Cria em mim, ó
Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito inabalável.”
Quando estivermos achando que nosso pecado é grande
demais, lembremo-nos de I Tim. 1:15: “… Cristo Jesus veio ao mundo para salvar
os pecadores,”
Às insinuações do inimigo, devemos responder com I
João 1:7: “…o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.”
5. O segredo de compreender, aceitar e dar o perdão
plenamente é entendermos que ele não nos é dado como recompensa – e sim somente
pelos méritos de Jesus. Os servos da parábola dos trabalhadores (Mat. 20:1-15)
receberam o mesmo, não importa a hora em que começaram a trabalhar. Eles
receberam porque atenderam o chamado do patrão e começaram a trabalhar, não
pelo tanto que trabalharam.
i) “E não nos deixeis cair (entrar) em tentação”
(Mateus 6:13)
1. A tentação (estímulo a pecar) não vem de Deus –
Tiago 1:13: “…Deus […] a ninguém tenta…”
2. É desejo de Satanás mostrar, pela tentação, o
mal que existe em nós para reclamar-nos como seus. Perante os outros, o Céu e
perante nós mesmos – sensação de indignidade.
3. Esta frase é uma oração em si mesma, para que
Deus fortaleça nossa vontade, nossa escolha.
4. Significa também não nos determos para
considerar as vantagens da tentação – não nos colocarmos em terreno encantado.
É importante termos sempre em mente que ao sermos
impelidos a fazer algo contra nossos princípios, está sendo mostrado neste
momento somente o lado brilhante. O lado obscuro, as conseqüências são sempre
omitidas.
5. “Não nos deixeis cair em tentação” é também uma
promessa de escape – I Cor. 10:13: “Não vos sobreveio nenhuma tentação, senão
humana; mas fiel é Deus, o qual não deixará que sejais tentados acima do que
podeis resistir, antes com a tentação dará também o meio de saída, para que a
possais suportar.”
6. A única salvaguarda contra o mal é a presença de
Cristo no coração [pela fé]. Ao contemplarmos o amor de Deus, teremos uma noção
correta do que é o egoísmo, seus verdadeiros efeitos, sua pequenez, sua maldade
e repugnância.
Ao ser solicitada a ajuda a Deus, anjos são
enviados a auxiliar a pessoa à beira do abismo. As batalhas entre os exércitos
espirituais são tão reais quanto as guerras deste mundo.
j) “Mas livra-nos do mal” (Mateus 6:13)
1. Pensamos aqui sempre no mal externo – e ele
realmente existe! Acidentes, violência, sugestões, cartazes, convites… Devemos confiar
a Deus o nosso livramento.
2. Mas também não podemos nos esquecer do mal
interno. Aquele ao qual Paulo se referia: “O mal que não quero, este faço…”
(Rom. 7:19) . “Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rom. 7:24). O nosso
maior inimigo está dentro de nós mesmos. É nossa dificuldade de nos submetermos
a Deus, de entregarmos a soberania de nossa vida a Deus. (Leia também Tiago
1:14.)
3. Boa parte do livramento contra o mal é um
reflexo de nossa escolha. Se nossa natureza espiritual estiver forte, se
mantivermos constante comunhão com Deus, se tivermos prazer em aprender dEle,
será expontâneo resistir ao mal. (Leia novamente Rom. 8:5);
III – EM RESUMO:
As diversas expressões desta oração indicam as
posturas que devemos Ter em oração e na vida (em oração)
“Pai – postura filial;
Nosso – postura universal, coletiva;
Santificado – postura reverente;
Venha Teu reino – postura missionária;
Seja feita a Tua vontade – postura de servo
obediente;
Dá-nos – postura dependente;
Perdoa-nos – postura de contrição, arrependimento;
Como perdoamos – postura de perdoador;
Mas não nos deixe cair em tentação – postura de
cauteloso;
Mas livra-nos do mal.”. Ref.[2], p. 36 e 37.
IV – ADORAÇÃO – O FECHO
.Uma conclusão apropriada seria incluir a adoração,
como a descrita em I Cron. 29:11 e 12: “Tua é, Senhor, a magnificência, e o
poder, e a honra, e a vitória e a majestade…”.
V – CONCLUSÃO
O que realmente importa em uma oração para que ela
seja eficiente:
“Não é a aritmética das nossas orações (quantas
elas são);
Nem a retórica das nossas orações (quão eloqüentes
possam ser);
Nem a geometria das nossas orações (quão longas
são);
Nem a lógica das nossas orações (quão argumentativa
possam ser),
MAS O FERVOR DE NOSSO ESPÍRITO AO FAZÊ-LAS É O QUE
MAIS IMPORTA”. Idem, p. 37.
Prezado amigo:
Que o estudo das palavras de Jesus sobre a oração
e, principalmente as ensinadas na oração do Pai Nosso permita-nos um novo
enfoque em nossa relação com nosso Pai.
Que ao meditarmos em cada palavra dada por Jesus
possamos crescer no conhecimento de Deus e na comunhão com Ele e com nossos
semelhantes.
É meu desejo sincero que esta oração ajude você a
Ter certeza de Sua presença, bem junto de você, te guardando, te protegendo e
te guiando a cada momento de sua vida.
Jeferson Antonio Quimelli