– Não é uma religião; é um movimento que unirá
todas as religiões (vem daqui o pressuposto muito comum hoje em dia de que
todas as religiões são boas, porque todas levam a Deus);
2 – É uma evolução das religiões, do pensamento
humano; Atribuem a quem não comunga com seus pensamentos o rótulo de
conservadores retrógrados;
3 – Ajuda as pessoas de cada religião a viver
melhor as suas religiões; Ajudaria melhor os cristãos a viver o seu
cristianismo.
Para considerarmos estas afirmações, mesmo que
superficialmente, temos que analisar alguns pontos:
1 – Toda filosofia que tende a aproximar o homem da
divindade – religar – mesmo que se suponha esta divindade dentro do próprio
homem, como falam algumas correntes, é uma religião;
2 – A Nova Era não é uma evolução de filosofias ou
estado espiritual do homem. A sua filosofia básica: a de que podemos evoluir
constantemente, até chegarmos a ser divindades foi apresentada pelo inimigo, no
Jardim do Éden a Eva: “Sereis como Deus” e “certamente não morrereis”;
3 – Não existe comunhão possível entre o
cristianismo puro e a Nova Era. Isto pode ser demonstrado pela diferença entre
as fontes de suas doutrinas, sobre o que cada linha de pensamento fala sobre
Jesus e as próprias palavras de Jesus, principalmente sobre o futuro próximo do
Mundo
FONTE DAS DOUTRINAS
A Nova Era não tem líderes, porém o seu pensamento
é uniforme em todo o mundo, porque a inspiração de sua filosofia é a mesma em
todas as correntes espiritualistas, seja ela descrita como sendo espíritos
iluminados com maior evolução, ou espírito dos mortos;
O cristianismo tem sua base de sustentação na
Bíblia; Esta se estudada, séria e objetivamente, mostrará que os mortos não tem
consciência, que o povo de Deus não deve consultar necromantes (espíritas),
videntes, astrólogos e que as únicas entidades espirituais que poderiam assumir
o papel de espíritos desencarnados seriam os anjos caídos, em sua vontade de
enganar e desencaminhar as pessoas do relacionamento puro e verdadeiro com
Deus.
As pesquisas teológicas sérias tem mostrado a
unidade da inspiração – divina – da Bíblia e como ela não teve alterações
significativas nestes milhares de anos desde sua escrita original. Isto está
sendo corroborado agora pelas pesquisas nos Manuscritos do Mar Morto onde
livros inteiros do Velho Testamento – transcritos aproximadamente na época em
que Jesus viveu entre nós – estão sendo recuperados e constatados serem o que
nós temos nas nossas Bíblias. Deus conservou a Bíblia mesmo na Idade Média e na
Idade da Razão (revolução francesa,…), quando ela foi deliberada e
extensivamente atacada.
Outros fatores de prova da inspiração divina da
Bíblia são as predições de acontecimentos que viriam a acontecer e realmente
aconteceram como a Bíblia registrou.
A maior prova, entretanto, da inspiração divina da
Bíblia está no poder que suas palavras tem de transformar vidas humanas.
QUEM É JESUS
Nos ensinos da Nova Era, a palavra Cristo quer
dizer “iluminado”. Assim equiparam Jesus Cristo a Buda, a Maomé e a outros,
chegando mesmo a falar que Jesus Cristo teria sido um espírito iluminado de
escala menor, que foi conduzido por um espírito iluminado de escala maior,
Maitreya.
Após Ter a pessoa Ter se interessado – através da
adaptação de algumas das palavras de Jesus – pelos ensinos da Nova Era, ele é
levado a fundamentar a sua filosofia nos gurus da Nova Era, espíritos ou
médiuns: Helena Blavatski, Alice Bailey, Saint-Germain, e outros. A partir
deste ponto as palavras de Jesus Cristo passam a valer cada vez menos.
Principalmente as advertências.
Na verdade, o significado bíblico da palavra Cristo
é “o ungido”. Como eram os reis e sacerdotes da época bíblica. Indica que Jesus
Cristo é o único rei e sumo-sacerdote; poderoso e único intercessor entre o
homem e a divindade (Atos 4:12 – “E em nenhum outro há salvação; porque debaixo
do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos.”)
AS PALAVRAS DE JESUS
Todas as filosofias e religiões englobadas pela
Nova Era são unânimes em prever um futuro brilhante para o Mundo, cada vez
melhor, contínua e progressivamente.
Atos de unificação e concórdia mundial já estão
sendo creditados ao novo líder, Maitreya, que está sendo esperado como o líder
da Era de Aquário (indicação de continuidade).
Nosso Senhor Jesus Cristo declarou em Seu sermão
profético, em São Mateus 24 e 25 e em São Lucas 21 que no período do fim do
mundo aconteceria:
* O aparecimento de falsos profetas (Mat. 24:24);
* Que estes falsos profetas dizendo ser Cristo,
enganariam quase todo mundo (Mat. 24: 4, 5, 11 e 24);
* Que muitos que “professavam” ser seguidores de
Jesus, na verdade não o eram e seriam rejeitados por Ele, quando do Seu retorno
à Terra.
* Que os falsos cristos apareceriam em vários
lugares – Mat. 24:26 – (podemos ter certeza de que hoje seria também em cadeia
global de rádio e TV), mas que somente o verdadeiro apareceria no Céu visível
como um relâmpago para todos ao mesmo tempo, na Terra (Mat. 24:27; Luc. 21:27).
* Uma ruptura/descontinuidade da história do mundo;
os justos serão levados para o Céu com Jesus (Mat. 24:31). Os mortos bons
ressuscitarão, como diz São Paulo nos lindíssimos versos de II Tessalonicenses,
cap. 4. Portanto não poderão estar desencarnados, nem Ter reencarnado.
CONCLUSÃO
Estas ocorrências nos devem levar a Ter uma postura
séria sobre os fatos que estão a ocorrer e a importância de:
* separar o erro da verdade;
* nos preocuparmos agora com nosso destino de
conseqüências eternas (que poderá estar muito próximo, pois a morte,
infelizmente, pode estar na próxima esquina);
* ajudar outros a terem uma visão mais aberta e
esclarecida sobre os movimentos místicos de final de milênio.
Um dos conselhos mais significativos de Nosso
Senhor Jesus Cristo para quando virmos estes fatos começarem a ocorrer está
registrado em Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer,
olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está
próxima”.
O apóstolo São Paulo em I Coríntios 2:9 descreve
que não podemos nem ao menos imaginar as coisas que Deus preparou para nós, no
futuro, de tão boas que são (“Mas, como está escrito: As coisas que olhos não
viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus
preparou para os que o amam.”). Esta afirmativa deveria nos fazer refletir
seriamente sobre a importância de conhecermos realmente a Deus – como só a
Bíblia pode fazê-lo – através de Jesus e estabelecermos uma relação de
companheirismo e comunhão com Ele através da oração.
Temos tudo a ganhar ou a perder. E o que ganharemos
começa com uma nova vida, mais feliz, logo aqui, agora.
Jeferson Antonio Quimelli