O Grande Blondin era famoso por suas
incríveis peripécias que desafiavam a morte. Certa vez, ele amarrou uma corda
entre as duas margens das Cataratas do Niágara. Com uma multidão reunida
diante dele, ele disse: “Quantos de vocês acreditam que eu, o Grande
Blondin, possa atravessar para o outro lado sobre essa corda bamba?"
E todos disseram: "Nós
acreditamos! Nós acreditamos!" Então ele atravessou e voltou sobre a
corda bamba. As pessoas aplaudiram efusivamente, entusiasmadas com a sua
proeza.
Então ele disse: "Quantos
de vocês acreditam que eu, o Grande Blondin, não só posso andar através dessa
corda bamba, mas ainda empurrar um carrinho de mão?"
"Nós acreditamos!", gritou
a multidão, querendo vê-lo fazer isso.
Blondin repetiu mais uma
vez: "Quantos de vocês realmente acreditam nisso?"
"Oh, nós realmente
acreditamos!" eles gritaram de volta. Um homem que estava gritando um
pouco mais alto que os demais atraiu a atenção de Blondin, que apontou para ele
e disse: "Então, entre no carrinho de mão." O cara
desapareceu o mais rápido que pôde...
Isso acontece com um monte de gente
nos dias de hoje. Muitos de nós dizemos: "Eu creio! Eu acredito!" Mas
quantos de nós estamos verdadeiramente dispostos a entrar no carrinho de mão de
Deus? Algumas pessoas têm uma pseudo-fé, mas não uma crença real como a
Bíblia diz que é necessário. Por isso, é da maior importância que saibamos o
que é a verdadeira fé. O Livro de Tiago alerta para esse tipo de fé e a
classifica como uma fé falsa, uma fé morta. Qualquer declaração de fé que não
resulte numa vida transformada e que não produza boas obras é uma declaração
falsa.
É a fé sozinha que justifica, mas a
fé que justifica jamais pode estar sozinha.
Fonte: devocionaisdiarios.com